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Festa do Folar, São Marcos da Serra

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A Festa do Folar realiza-se todos os anos na pequena localidade algarvia de São Marcos da Serra, no fim-de-semana da Páscoa, entre a Sexta-feira Santa e o Domingo de Páscoa. Ao longo dos três dias é organizada uma feira de produtores regionais em que o destaque vai para o folar algarvio, feito de massa levedada com fermento de padeiro, perfumado com erva-doce e canela e enfeitado com um ovo inteiro. Para além da feira existem vários espetáculos de música, folclore e bailes. No Domingo de Páscoa há uma pequena procissão evocativa do período litúrgico. Horário: Início às 11h. Como chegar:   A partir de Lisboa- (46 km) A2 saída 12 para Castro Verde e Ourique (IP2); no cruzamento seguinte seguir em direção a Faro/ Ourique (IC1) até à saída para São Marcos/ Monchique (N267).  A partir do Algarve- (18 km) A2 saída 14 para Silves/ Messines; no cruzamento seguinte seguir para Lisboa/ Albufeira/ Silves (N124) e no cruzamneto seguinte seguir para Lisboa/ São Marcos da Serra ...

Igreja de São Roque, Lisboa

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A igreja de São Roque foi uma das primeiras igrejas jesuítas do mundo. No início do século XVI Lisboa foi assolada por uma peste e D. Manuel enviou emissários a Veneza para tentarem obter uma relíquia de São Roque, padroeiro de quem padecia de peste. No regresso a relíquia foi levada até ao cimo do monte onde se localizava o cemitério das vítimas da peste, fora de muralhas. Os habitantes de Lisboa decidiram então erigir um pequeno altar para a relíquia. O altar foi, alguns anos depois, escolhido como sede pelos primeiros jesuítas, que chegaram a Portugal em 1540 a convite do rei D. João III. Construíram no local uma igreja mais condizente com a importância da Ordem, que ficou concluída em finais do século XVI. Em 1759 os jesuítas foram implicados num atentado contra o rei D. José I e o primeiro-ministro da altura, o Marquês de Pombal, expulsou-os do reino. A Igreja de São Roque foi posteriormente cedida à Santa Casa da Misericórdia, situação q...

Fonte do Ídolo, Braga

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A Fonte do Ídolo em Braga corresponde a um pequeno altar do período Romano, que provavelmente começou a ser construído no século I. Era dedicado aos deuses galegos e lusitanos Tongoe Nabiagus e Nabia, divindades associadas ao culto da água. O primeiro registo do monumento data de 1594, quando foi representado num mapa de Braga da autoria de Georg Brau. No entanto, o altar só começou a ser estudado nos finais do século XIX pelo arqueólogo José Leite Vasconcelos, o que mais tarde levou à sua classificação como monumento nacional. Em Janeiro de 2006 foi inaugurado o pavilhão interpretativo destinado a preservar o que resta do monumento. Horário: Ter. a Sex. das 9h às 13h e das 14h às 18h Sáb. Dom. e feriados das 10h às 17h. Entrada: €1.70 (€3.10 bilhete combinado com as termas romanas) English

Museu das Artes Decorativas Portuguesas, Lisboa

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O Museu das Artes Decorativas Portuguesas abrange o período que vai dos século XV ao século XVIII, incluindo, nomeadamente, mobiliário, texteis, objetos de prata, porcelana, loiça, azulejos, pinturas, ilustrações e esculturas. As coleções são compostas quase exclusivamente por peças adquiridas em leilões nacionais e internacionais, sendo um dos objetivos recuperar e preservar património artístico português. O Palácio Azurara, que aloja o museu, foi construído no século XVII, sobre estruturas localizadas entre duas torres da cerca velha (ou moura), uma das quais ainda é visível no lado esquerdo do palácio. Este foi adquirido em 1947 por Ricardo Espírito Santo Silva para alojar a sua coleção de peças artísticas portuguesas e para instalar a Escola de Artes Decorativas, onde muitas das peças são restauradas. Horário: Das 10h às 17h; encerra às terças. Entrada: €4 Como chegar: Eléctrico 28 ou fazendo uma pequena caminhada a partir da Baixa Pombalina (Metro: Baixa Chiado ou Te...

Museu Soares dos Reis, Porto

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O Museu Soares dos Reis foi fundado em 1833 como Museu de Pinturas e Estampas. Foi o primeiro museu de arte em Portugal e destinava-se a receber os bens confiscados na região às Ordens religiosas, extintas no mesmo ano.  Durante o século XIX esteve ligado à Academia Portuense de Belas Artes. Em 1911 recebe o nome de Soares do Reis e em 1932 adquire o estatuto de Museu Nacional, autonomizando-se em relação à academia. Desloca-se para as atuais instalações, no Palácio dos Carrancas, em 1940. O Palácio é anterior ao Museu, começando a ser construído em 1795. Durante as Invasões Francesas torna-se residência do general Soult e, mais tarde, durante as lutas liberais é residência de D. Pedro IV, que acaba por o adquirir. O Palácio torna-se, assim, residência real no Porto até ao fim da monarquia em 1910. D. Manuel II, por testamento, doa o palácio à Misericórdia e esta, por seu turno, acaba por cedê-lo ao museu após negociações. O Museu Nacional Soares dos Reis apresenta expo...

Salinas de Aveiro

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As salinas são uma actividade económica com longa tradição em Aveiro. Mais recentemente, com o crescimento do turismo, foram abertas ao público para visitas e banhos de lama. Nesta segunda opção o custo de entrada são €3 com direito a duche no final. As salinas situam-se a cerca de 10 minutos a pé do centro histórico da cidade. English