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Catedral do Porto

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A catedral do Porto foi edificada entre os séculos XII e XIII no estilo românico, tendo sido renovada várias vezes ao longo dos séculos. As principais alterações verificaram-se logo no século XIV, com a construção da capela funerária do cavaleiro "João o Gordo" e do claustro, e mais tarde, no Período Barroco, quando se perdeu muito do cariz românico. A intervenção mais recente foi já no século XX, quando se deu a renovação da igreja, num estilo medieval idealizado. Horário: de seg. a sex. das 9h às 19h; ao dom. encerra entre as 12h30 e as 14h30; de Out. a Mar. encerra uma hora mais cedo; o claustro encerra 30 min. mais cedo. Entrada: a visita à igreja é grátis; a entrada no claustro custa €3 Como chegar: do centro histórico da cidade pode-se ir a pé. English

Museu Soares dos Reis, Porto

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O Museu Soares dos Reis foi fundado em 1833 como Museu de Pinturas e Estampas. Foi o primeiro museu de arte em Portugal e destinava-se a receber os bens confiscados na região às Ordens religiosas, extintas no mesmo ano.  Durante o século XIX esteve ligado à Academia Portuense de Belas Artes. Em 1911 recebe o nome de Soares do Reis e em 1932 adquire o estatuto de Museu Nacional, autonomizando-se em relação à academia. Desloca-se para as atuais instalações, no Palácio dos Carrancas, em 1940. O Palácio é anterior ao Museu, começando a ser construído em 1795. Durante as Invasões Francesas torna-se residência do general Soult e, mais tarde, durante as lutas liberais é residência de D. Pedro IV, que acaba por o adquirir. O Palácio torna-se, assim, residência real no Porto até ao fim da monarquia em 1910. D. Manuel II, por testamento, doa o palácio à Misericórdia e esta, por seu turno, acaba por cedê-lo ao museu após negociações. O Museu Nacional Soares dos Reis apresenta expo...

Mercado do Bolhão, Porto

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O Mercado do Bolhão, o mais emblemático da cidade do Porto, teve origem em 1839. Porém, o edifício que hoje se pode visitar data de 1914. O seu nome deriva de uma bolha de água formada por um regato que corria no local e que, durante muitos anos, era usada para dar de beber aos animais e como fonte de abastecimento. O mercado encontra-se vocacionado para a venda de produtos frescos. Classificado como imóvel de interesse público desde 2006, o edifício encontra-se bastante degradado e pouco cuidado, existindo planos de renovação desde a década de 80. Os mais recentes datam de 2015 e deverão avançar a qualquer momento, prevendo-se o encerramento do recinto por um período de cerca de 2 anos. Horário: Seg. a Sex. das 7 às 17; Sáb. das 7 às 13. Como chegar: Metro- Bolhão

Casa Museu Guerra Junqueiro, Porto

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A Casa-Museu Guerra Junqueiro localiza-se numa casa do segundo quartel do século XVIII, construída no estilo barroco. A casa foi doada à Câmara Municipal do Porto pelas filha e esposa do poeta. Foi inaugurada em 1942 para evocar a figura de Guerra Junqueiro e recriar a sua residência. Apresenta uma importante coleção de mobiliário, objetos decorativos e utensílios diversos que abrangem os períodos compreendidos entre os séculos XV e XIX. Junto à casa encontra-se mais um segmento da Muralha Fernandina . Horário: De ter. a sáb. das 10 às 17h30; dom. 12h30 Entrada: €2.20 Como chegar: Metro- São Bento English

Museu do Romântico, Porto

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O Museu do Romântico localiza-se junto dos Jardins do Palácio de Cristal , na Quinta da Macieirinha. A residência principal da quinta, com uma longa história, foi construída em meados do século XVIII por um comerciante abastado da cidade do Porto. Foi aqui que, no século XIX, passaria os seus últimos dias de exílio, até ao seu falecimento em 1849 por tuberculose, o avô da raínha D. Maria Pia, o rei Carlos Alberto da Sardenha. Inaugurado em 1972, o museu reproduz o interior de uma casa burguesa do século XIX, equipado com mobiliário, objetos decorativos e utensílios da época. Se tiver sorte, como eu, poderá assistir a um espetáculo de folclore. Horário: 10-17h30, 12h30 aos Domingos, encerrado às segundas e feriados. Entrada: €2.20 Como chegar: Metro- Trindade English

Ribeira, Porto

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A Praça da Ribeira, no centro do Porto, é uma das mais antigas da cidade, sendo mencionada em documentos do século XIV. Foi a partir desta praça que a cidade se virou para o rio. A Ponte das Barcas, onde em 1809 faleceram cerca de 4000 pessoas, durante as Invasões Francesas, localizava-se aqui e no local existe um pequeno baixo-relevo evocativo da tragédia. No século XIX o centro nevrálgico da cidade desloca-se para a recém construída Praça Nova e a antiga Praça da Ribeira entra em decadência. Apenas na década de 70 do século XX se dá início às obras de recuperação que conduziriam à classificação da Praça da Ribeira como Património da Humanidade pela UNESCO. English

Jardins do Palácio de Cristal, Porto

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Os Jardins do Palácio de Cristal devem o seu nome a um edifício, concebido pelo arquiteto inglês Thomas Dillen Jones, inspirado no londrino Crystal Palace. O edifício foi inaugurado em 1865 pelo rei D. Luís para acolher a Exposição Internacional do Porto, existindo até 1951. Neste período recebeu muitas outras exposições e foi igualmente um importante espaço de cultura da cidade, contendo um órgão de tubos que era um dos maiores do mundo e tendo-se aí realizado vários concertos. O edifício foi destruído e substituído, em 1952, por um pavilhão desportivo, rebaptizado em 1991 em homenagem à atleta Rosa Mota. À volta do palácio foram criados os jardins do mesmo nome, planificados pelo berlinense Emil David. Estes contêm fontes, estátuas, várias espécies botânicas, nomeadamente magnólias, camélias e oliveiras, e miradouros que propiciam magníficas vistas da cidade e do rio Douro. Horário: 8h-19h (21h de 1 de Abril a 30 de Setembro). English

Muralhas Fernandinas, Porto

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A muralha Fernandina foi mandada construir por D. Afonso IV em 1336, para substituir a antiga muralha medieval, que se revelava demasiado pequena perante o crescimento da cidade. Adoptou a designação de Fernandina, pois ficou concluída umas décadas mais tarde, em 1376, já durante o reinado de D. Fernando. A muralha teria um perímetro de 2.600m e limitava uma área de cerca de 44,5 hectares. Perdida a importãncia militar, a muralha começa a ser progressivamente destruída a partir do séc. XVIII; no entanto é no séc. XIX que se procede à maior destruição, para dar lugar a ruas, praças e edifícios.  O acesso à muralha efectua-se perto da Sé, numa porta ao lado da Igreja de Santa Clara. A muralha proporciona uma das melhores vistas panorâmicas sobre a cidade e o rio. Horário: De Seg. a Sex., das 9h às 17h. English