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Termas Romanas de Maximinos, Braga

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A s termas  Rom anas de Maximinos, também conhecidas como termas Romanas do Alto da Cividade, são um complexo que inclui as termas e um teatro, embora este último, detetado mais tarde, ainda esteja em escavações. O complexo foi construído no século II mas, com a contínua renovação da cidade de Bracara Augusta, enquanto capital da Província Romana da Gallaecia, no século IV quer os banhos quer o teatro tinham já sido desativados e a sua pedra destinada à construção das muralhas. No século V, os edifícios tinham sido completamente abandonados. As escavações tiveram início em 1977 e, em 1994, os terrenos foram adquiriodos pelo município, com vista à criação de uma reserva arqueológica. Em 1994 foram descobertos os vestígios do teatro romano. Horário: de Ter. a Sex. das 9h às 13h e das 14h às 18h; Sáb. Dom. e Feriados das 10h às 17h. Entrada: €1.85 (€3.10 em conjunto com a Fonte do ídolo)

Ruínas arqueológicas do Eurostars Museum, Lisboa

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O Hotel Eurostars Museum, inaugurado em 2018, está localizado no antigo Palácio Coculim, originário do século XVI e que ruiu quase totalmente com o terramoto de 1755. As sucessivas ocupações não habitacionais praticamente destruíram o resto, mantendo-se do Palácio alguns traços Maneiristas da construção original e, na esquina, o escudo dos Condes de Coculim. Porém, o principal interesse histórico é bastante anterior ao palácio, uma vez que o hotel se encontra implantado numa zona com mais de oito mil anos de história, que começa no Neolítico. Esta zona encontra-se em estudo desde há algumas décadas e os resultado destas pesquisas encontram-se expostos no hotel em dois núcleos arqueológicos e em vestígios dispersos pelos primeiros andares do edifício. Um dos achados mais importantes, considerado mesmo o achado da década, é uma estela funerária com carateres fenícios datada da Idade do Ferro, que permitiu concluir pela presença de colónias fenícias na costa atlântica e que mais do q...

Museu do Teatro Romano de Lisboa

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O Teatro Romano de Lisboa foi edificado no século I a.C., durante o reinado do imperador Augusto, tendo sido posteriormente renovado no ano 57 d.C. Tinha capacidade para 5000 espetadores. O terramoto de 1755 soterrou o edifício que caiu assim no esquecimento. A sua redescoberta deu-se na década de 60 do século XX, quando tiveram início as escavações do sítio. Horário: Ter. a Dom. das 10h às 17h30 Entrada: €3 para o Teatro e Museu Como chegar: Metro da Baixa-Chiado English

Templo Romano de Évora

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O Templo Romano de Évora, erradamente designado por Templo de Diana, seria provavelmente dedicado ao culto imperial, nomeadamente do Imperador Augusto, adorado como um deus durante e após o seu reinado. O templo foi construído no séc. I e destruído quatro séculos depois durante as invasões bárbaras. As suas colunas foram usadas na construção de uma torre medieval e as restantes ruínas foram usadas como matadouro do séc. XIV a 1836, o que, paradoxalmente, contribuiu para a preservação do monumento. Este foi restaurado em 1871, após o desmantelamento da torre medieval. Évora English

Galerias Romanas de Lisboa

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As galerias romanas de Lisboa correspondem a um criptopórtico, uma galeria subterrânea abobadada cuja função seria sustentar os edifícios à superfície. As galerias remontam ao período romano, tendo sido construídas entre o século I a.C. e o século I d.C.. O criptopórtico foi descoberto em 1770. Por questões de conservação, a estrutura é mantida debaixo de água a maior parte do tempo, sendo exposta duas vezes por ano para manutenção. Durante estes curtos períodos é possível visitar o local, mediante agendamento junto do Museu de Lisboa . Recentemente tem estado a ser estudada a possibilidade de as galerias poderem ser visitadas todo o ano, dada a sua popularidade. Contactos   218172505 (fora de Portugal marcar o indicativo 00351)   museudelisboa@cm-lisboa.pt English

Ruínas Romanas de Milreu, Faro

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As estruturas em Milreu têm a sua origem no séc. I; no entanto as construções originais ainda não se encontram escavadas e a maior parte das estruturas que se podem observar datam do séc. III em diante. A vila encontrava-se organizada em torno de um peristilo (pátio central) que seria constituído por 22 colunas e estava decorado com mosaicos de motivos marinhos. A partir do séc. VI o templo pagão foi cristianizado e posteriormente terá existido um cemitério islâmico no local. É provável que o local só tenha sido abandonado no séc. X quando as abóbadas do monumento religioso cederam. No séc. XVI foi construída uma casa rural com as características únicas da arquitectura civil algarvia da época. Horário : 9h às 13h // 14h às 17h30 (18h30 Maio a Setembro) Entrada : €2 Como chegar : Autocarro  65  a partir de Faro. English