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Igrejas em Alcoutim

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Alcoutim foi reconquistada aos Muçulmanos em 1238, por D. Sancho II. Todas as igrejas aí edificadas são posteriores a esta data e entretanto já foram alvo de renovação/ reconstrução. A Igreja da Misericórdia foi construída no século XVI. Na sua fachada encontra-se uma placa que assinala o nível das águas durante a enchente do Guadiana de 1876. A Igreja Matriz de São Salvador foi construída no século XVI por iniciativa dos Condes de Alcoutim. Veio substituir uma igreja anterior do século XIV. A escadaria barroca que dá acesso à Ermida de N.ª Sr.ª da Conceição foi construída entre finais do século XVII e inícios do século XVIII, com o objetivo de ligar a vila à ermida. Esta tem origem incerta, sabendo-se que, no século XVI, os Condes de Alcoutim patrocinaram algumas obras de remodelação.

Alcoutim

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Alcoutim é uma vila raiana, na margem do rio Guadiana, vendo-se do lado oposto o município de Sanlucar do Guadiana. Existem vestígios da presença humana desde o Paleolítico, tendo-se registado fixação de populações na região durante o período Neolítico, há cerca de 7000 anos. Existem também alguns vestígios do Período Romano, nomeadamente núcleos habitacionais em terrenos agrícolas, junto ao rio. Posteriormente Alcoutim foi ocupada pelos muçulmanos durante aproximadamente cinco séculos, o que deixou marcas na linguagem, arquitetura e técnicas de cultivo. Diz-se que o topónimo "Alcoutim" deriva do árabe "falcão real".  Em 1238 a localidade foi reconquistada pelo lado cristão e, em 1304, D. Dinis outorgou-lhe foral. Foi em Alcoutim que se assinou, no século XIV, o Tratado de Paz entre D. Fernando I de Portugal e D. Henrique II de Castela, que pos fim à primeira Guerra Fernandina. Já no século XIX a localidade perde importância estratégico militar, entrando em...

Castelo de Alcoutim

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O castelo de Alcoutim surgiu no reinado de D. Sancho II, no século XIII, com o objetivo de guardar a fronteira e controlar o comércio no rio Guadiana. Durante o reinado de D. Dinis o castelo foi ampliado e, alguns séculos mais tarde, no reinado de D. Manuel I, foi reconstruído. Durante a Guerra da Independência, na segunda metade do século XVII, o rei D. Afonso VI ordenou melhoramentos nas defesas. O castelo manteve funções militares até 1878, momento em que passou a funcionar como açougue. Apenas na década de 30 do século XX se deu início às obras de renovação, continuadas nas décadas de 60, 70 e 80, que culminaram na classificação do castelo como Monumento de Interesse Público em 1993. O castelo conta com um núcleo museológico de arqueologia. Horário: 9h-17h (19h de Abr. a Set.) Entrada: €2.50