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Igreja e Convento da Graça, Lisboa

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A Igreja e o Convento da Graça foram fundados em 1291 pelos frades eremitas de Santo Agostinho, no local onde, em 1147, D. Afonso Henriques acampou durante os três meses da reconquista da cidade de Lisboa aos Mouros. Os edifícios foram reedificados no século XVI e reconstruídos após o tremor de terra de 1755, o que lhes conferiu um estilo tardobarroco. Em 1506, antes da sua partida para a Índia, Afonso de Albuquerque vice-rei da Índia deixou um testamento para que fosse construída na Graça uma capela para si e para os seus herdeiros, encontrando-se o vice-rei sepultado, desde 1566, na capela-mor. Desde 1586 que se mantém a tradição de sair da Igreja da Graça , todos os anos por altura da Páscoa,  com a imagem do Senhor dos Passos em procissão. Em 1834, após a extinção das Ordens Religiosas, o convento foi transformado em quartel. Atualmente, está desde 2017 aberto ao público, após um período de restauro. Horário: Terça a Domingo das 10h às 17h30 (18h aos Domingos) ...

Convento do Carmo, Lisboa

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O convento do Carmo foi fundado em 1389 pelo Condestável D. Nuno Álvares Pereira que eventualmente ingressou no convento, nele vivendo até à sua morte e aí sendo sepultado. O edifício foi erigido entre 1389 e 1423 sobre um anterior convento mais pequeno. De estilo gótico, foi influenciado pelo Mosteiro da Batalha, fundado por D. João I reconstruído na mesma altura. O convento foi fortemente danificado pelo terramoto de 1755 mas, salvo pequenas reparações, nunca foi reconstruído, sendo o último testemunho visível da destruição causada pelo terramoto. Acomoda um pequeno museu arqueológico, o mais antigo em Portugal, com peças que vão do Neolítico ao século XV. Horário: de Seg. a Sáb. das 10h às 18h (19h de Jun. a Set.) Entrada: €3.5 Como chegar: Metro Baixa-Chiado English

Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa

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O Mosteiro dos Jerónimos começou a ser construído em 1501, por ordem do rei D. Manuel I, em parte para servir de panteão para a dinastia por si iniciada, a dinastia Avis-Beja. O Mosteiro foi construído maioritariamente no característico estilo manuelino, um estilo gótico tardio decorado com elementos evocativos dos descobrimentos- cordas, conchas, caravelas- exibindo também algumas características renascentistas. O edifício resistiu bem ao terramoto de 1755, tendo posteriormente sofrido algum dano aquando das Invasões Francesas.  Em 1834 as ordens religiosas foram extintas em Portugal, obrigando os monges de São Jerónimo, a quem D. Manuel I tinha concedido o mosteiro, a sair. Nesta fase perdeu-se a maior parte do recheio do monumento. Este foi cedido à Santa Casa da Misericórdia, instituição dedicada ao acolhimento de órfãos e de outras pessoas desfavorecidas. Em 1860 iniciam-se obras de recuperação e renovação do Mosteiro, dando origem ao edifício que hoje se pode observar....

Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora, Lisboa

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O Mosteiro de São Vicente de Fora foi fundado em 1147, logo após a reconquista da cidade de Lisboa aos mouros, pelo primeiro rei de Portugal D. Afonso Henriques, no cumprimento de um voto que fizera ao santo. O Mosteiro de São Vicente foi o primeiro a ser construído fora das muralhas que protegiam a cidade, sendo por isso designado "de fora". Com o avançar dos séculos o mosteiro degradou-se, chegando ao século XVI em risco de ruína. Em 1580 Portugal perde a independência para Espanha e, em finais do século XVI, D. Filipe I de Portugal (II de Espanha) decidiu mandar reconstruir a igreja e o mosteiro, numa demonstração do poder e da riqueza da nova dinastia. Acredita-se que a planta dos novos edifícios tenha sido inspirada por "El Escorial", em Madrid. A igreja foi consagrada em 1629. Os monges da Ordem de Santo Agostinho ocuparam o mosteiro até à expulsão das ordens religiosas de Portugal, em 1834. Santo António de Lisboa (e Pádua) tomou os seus votos nesta igre...